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sexta-feira, 18 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Gestores de União ignoram o plano diretor do município
Lava jatos e construções
irregulares se multiplicam no centro da cidade
Praça "de alimentação" |
Totalmente alheios ao
plano diretor que se vencerá no próximo ano, o governo Baia, a exemplo de
outros que passaram, permite a multiplicação de lava jatos com utilização de água
tratada nos serviços, além de construções fora dos padrões ou em áreas proibidas.
Não existe fiscalização
por parte do governo, a comunidade não respeita os gestores e constroem onde
querem e como querem. Calçadas são obstruídas, terrenos são invadidos, ligações
de água e energia fora do padrão são autorizadas, ou seja, União vem se
transformando numa cidade sem dono, ou melhor, sem prefeito.
É lastimável a conduta
do governo municipal, que nem faz nada nem presta esclarecimentos à população
acerca das dificuldades enfrentadas. A omissão de informação é algo marcante no
governo Baia. O excesso de democracia está se transformando em anarquia. Como
diz a oposição, “é lamentável”.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Vereadores faltam à sessão extraordinária e não comparecem a sessão ordinária
Apenas três vereadores
compareceram ao plenário da câmara.
Mais uma sessão sem quórum e sem público |
Tenório (Farol) e NM.com (Zumbi) - imprensa |
Compareceram ao plenário da câmara apenas os vereadores Biu
Crente, Paulo Cesar e Cavalcanti.
Como diz Valdo do Calçamento, CASSARAM O PREFEITO BAIA, mas
não acharam.
É parlamentar ou pra lamentar!
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
União dos Palmares realiza Conferência Municipal do PCdoB
Por Mariana Moura
![]() |
Jairo Campos foi eleito presidente do diretório municipal |
No último domingo
13, foi realizada a Conferência Municipal para renovar a atuação do Partido
Comunista do Brasil no berço da Liberdade. Com caráter amplo, a Conferência
contou com a presença do PT e do PDT sinalizando o campo político nacional a
ser reafirmado na defesa da democracia, da soberania nacional e do mandato da
presidenta Dilma.
O novo Comitê
Municipal do PCdoB em União dos Palmares tem um grande desafio: reconstruir e
consolidar a atuação dos Comunistas na terra que é o símbolo de lutas e
resistência.
Jairo Campos, Reitor
da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) foi eleito o presidente do PCdoB de
União dos Palmares. Campos reafirmou seu compromisso com o crescimento do
Partido no estado e garantiu enfrentamento aos desafios que se constitui nessa
trajetória, entre eles “articular a união dos partidos de esquerda em Alagoas e
não permitir o enfraquecimento da defesa da democracia e dos direitos do povo”.
“É tempo de coerência e responsabilidade social”, lembrou o presidente eleito.
O CM é composto de
mais 7 membros: Nivaldo (vice-presidente), Madson (Secretaria de Organização),
Jair (Secretaria de Finanças), Yeda (Secretaria de Mulheres), Jailton
(Secretaria de Juventude), Cizino (Secretaria de Diversidade Sexual) e Igor
(Secretaria de Juventude).
Além da nova Direção
Municipal, a Conferência elegeu também os 4 delegados à Conferência Estadual do
PCdoB de Alagoas, a ser realizada nos dias 6 e 7 de novembro em Maceió.
Para encerrar a
manhã agitada, seguiu-se uma festa marcada por uma deliciosa feijoada.
Sessão de julgamento do prefeito Beto Baia não tem quórum e nem público.
Como já era esperados
os vereadores da base governista não compareceram e a CEI deve ser arquivada.
![]() |
Foto: Alexandre Tenório
|
Nessa segunda feira, 14, o Poder Legislativo de União dos
Palmares esteve reunido em sessão extraordinária a fim de julgar o pedido de
cassação do prefeito Carlos Alberto Baia. O processo durou 18 meses, contudo a
falta de experiência dos parlamentares, inclusive bacharéis de direito, que
nunca foram oposição não permitiu a conclusão dos trabalhos no tempo estimado e
prometido à população, a “defesa” do prefeito foi mais eficaz no duelo governo
e oposição. O povo que poderia ser um forte aliado dos vereadores, não sentiu
firmeza na ação dos parlamentares e ao perceber que o sonho de afastar o
prefeito Baia havia se transformado em utopia, abandonou seus líderes e a reboque, as “sessões ordinárias”.
O que aconteceu hoje já era esperado, foram 18 meses de
pirotecnia, brigas internas e poucas ações que merecesse crédito por parte da
sociedade, pois falta de crédito é generalizada. Prometeram afastar o prefeito
em 45 dias, contudo Beto Baia deu uma de morto e com a minoria na câmara
conseguiu neutralizar o Poder Legislativo, que nunca conseguiu concluir um
trabalho investigativo acerca do Poder Executivo. A câmara que em maioria é
formada por veteranos profissionais da lei, dá show de inexperiência (com rara
exceção) quebra de decoro e muita dúvida quanto se refere a regimento interno e
lei orgânica.
Na sessão que deveria ser de julgamento, compareceram apenas
os vereadores Biu Crente, Bruno Praxedes, Fabian Holanda, Elvinho, Paulo Cesar,
Paulo Cavalcanti e Rafael Pedrosa. Sem quórum a sessão foi encerrada, resta
saber se terão fôlego e ânimo para marcar uma outra sessão ou se vão “futucar”
a CEI da SEMED conhecida com a “CEI AA Adelino
Angelo”.
Portanto, esperamos, ainda, que os nobres parlamentares
compreendam que união não precisa de G7, G8, G15, nem muito menos de GMC
(grupos dos que entram mudos e saem calados) na verdade o que necessitamos e
somos carentes e de G povo, legítimos
representantes do povo que independente de situação atenda aos interesses da
sociedade, e mais, é preciso que
compreendam que APRENDER NUNCA É DEMAIS,
agora, APRENDER NUNCA! Isso é demais!
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Como derrubar (ou enquadrar) o poder que nos governa?
Por Luiz Flávio Gomes
Nas sociedades
constitucionalmente democráticas e (mais ou menos) civilizadas (mesmo que se
trate de democracia puramente formal, eleitoral, não cidadã, como é o nosso
caso), a derrubada ou o enquadramento do poder governante considerado
insatisfatório (por corrupção, incompetência, falta de apoio popular etc.), se
faz por meio do direito vigente. O impeachment de Collor (por todas as razões
que acabam de ser invocadas) constitui exemplo disso.
Não podemos, no
entanto, ser idiotas ou ingênuos a ponto de não perceber que o direito triunfa
somente quando, “para além das boas razões, tem do seu lado a contundência da
força” (Carlos María Vilas,El poder y la política, p. 43).
Se nossa democracia
ainda é puramente eleitoral (formal), não cidadã (esta é a que respeita os
direitos de todos, sem as barbáries das desigualdades brutais praticadas pelo
estrambólico capitalismo tupiniquim – veja F. Giambiagi, Capitalismo: modo de
usar), é porque (quase sempre) nos faltou a necessária força para mudar a
nefasta realidade (força essa que tem que ser igual ou superior à que sustenta
um determinado grupo ou governo no poder, embora deslegitimado e corroído por
incompetência ou corrupção).
Que tipo de força é
essa que derruba ou enquadra um poder? Fora das democracias, é a força bruta, a
força física, a violência, a força das armas (Silent leges inter arma, dizia
Cícero). O golpe civil-militar de 1964
andou por esse tenebroso caminho. Os político-civilmente covardes, que não
suportam nos ombros o peso da ética e da democracia real, logo aderiram (e
aderem) aos golpes (às estruturas de poder). Nada mais confortável (para os
covardes ou oportunistas) que terceiros tomarem conta do país (ou da educação
dos nossos filhos) sem a necessidade do nosso esforço.
Nas democracias
existem duas forças que derrubam ou enquadram o poder: uma é visível (força das
massas rebeladas); a outra é invisível (no nosso neofeudalismo, são forças
econômicas e financeiras suseranas, que têm o poder político como vassalo). A
primeira é mais emocional. A segunda é predominantemente racional (ninguém quer
saber de arruinar mais ainda o país onde estão seus negócios, suas famílias
etc.).
No nosso atual
momento de conjugação de crises agudas (política, econômica, social, jurídica e
ética), as forças invisíveis estão divididas. Algumas, porque satisfeitas,
querem a permanência do PT no governo (bancos, por exemplo); outras, não. Como
são preponderantemente racionais, nada decidirão enquanto não se souber quem
vai suceder o PT, em que condições, com quais articulações políticas, quais
garantias de governabilidade etc.
As forças visíveis
(massas rebeladas) são cada vez mais conscientes de que não bastam a invocação
dos direitos legais ou mesmo argumentos discursivos. O fiat-alba (que, no
final, derrubou o Collor), no mundo da podridão da mafiocracia vivida pelo
Brasil, não é difícil de encontrar.
É a força
comunicativa, associativa e ativa das redes civis e sociais, particularmente
nas ruas (é preciso tirar a bunda do sofá), que constitui a poderosa ferramenta
das mudanças (seja para avançar na conquista dos direitos, seja para reduzir
drasticamente a injustiça da opressão e das desigualdades e impor novos padrões
de justiça e bem-estar, seja para apoiar as instituições que estão funcionando,
seja, enfim, para derrubar ou enquadrar um governo, que já não atende nem
sequer as expectativas elementares).
“A única coisa que
mete medo em político é o povo nas ruas” (dizia Ulysses Guimarães). Atualizando
essa célebre frase diríamos: na mafiocracia, as duas coisas que metem medo em
político são: (a) o povo nas ruas e (b) a falta de financiadores para suas
campanhas, aos quais eles vendem a alma dos seus mandatos.
Fonte: Alagoas 24 Horas
Luiz Flávio Gomes, jurista e presidente
do Instituto Avante Brasil
Nesse sábado o mesa z conversará com Jairo Campos, reitor da UNEAL
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Prefeitura e associação perdem o controle de feira livre em União dos Palmares
O problema é de ordem política, os gestores se acovardam
diante da solução
Feira de União e Globo Center: tudo em um só lugar |
A única ação realizada no espaço foi realizada com a
intervenção do comandante do 2º Batalhão de Policia Militar, Coronel Túlio, que
exigiu o afastamento das bancas permitindo que passe uma viatura no espaço, se
necessário. Após essa ação nada mais foi feito, a feira é uma verdadeira
muvuca, tudo junto e misturado, não tem hora para começar nem para terminar, sem
contar com as toneladas de lixo produzido deixando a cidade ainda mais imunda.
Portanto, não podemos continuar a assistir tamanha
inoperância e ausência do governo estabelecido na terra da liberdade, o povo
precisa ser respeitado, o Poder executivo e Legislativo protege uma categoria
uma categoria “os feirantes”, pessoas de bem trabalhadoras, contudo esquece a
maior parte que são os usuários da feira livre. Os gestores e parlamentares
temem perder o voto dos feirantes, esse medo tem os tornados incapazes, omissos
as necessidades coletivas. Está na hora de mudarmos, não dá mais para votar em
políticos “enxuga gelo”.
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